Decidimos “mergulhar de cabeça” na bolsa do Monbukagakusho 2011.

Ele vai na de pós-graduação. Eu decidi que vou na de curso profissionalizante – a mais provável. Isso não deve ser comum, though, eu não conseguir escolher o que quero fazer – coisa que as pessoas já tem em mente antes mesmo de decidir  se inscrever.

Irônico é que pensávamos como seria legal ir ao Japão e concomitantemente procurávamos uma bolsa “perfeita” para ele. Passamos pelo Canadá, País de Gales e Noruega antes de tomar conhecimento da bolsa do MEXT – unindo meu sonho de passar um tempo no Japão e o dele de bolsa completa. Melhor ainda quando descobri que haveria a possibilidade de eu conseguir uma bolsa para mim.

Obviamente vou ter que largar de mão algumas coisas que considero vitais, pois eles precisam ter certeza de que a pessoa tem uma saúde mental que aguente o Japão. Vou ter que começar a tal terapia que insistem comigo há tempos- e farei com o Rohde mesmo. Penso também em tentar parar com o remédio, já que estou com uma dose mínima, porém isso é algo a ser decidido dia 11, na consulta.

Tenho estudado com as provas anteriores e com o livro de Cálculo que ele (que está sendo meu private teacher) considera mais completo. Terei que, querendo ou não, estudar inglês também (sou muito mais intuitiva do que didática em inglês; sei que certa palavra está certa, mas não sei os motivos gramáticos, e isso às vezes é uma armadilha).

Outro problema é explicar porque estou desde 2009/01 na UFRGS mas não completei uma só cadeira (o que soa para mim como uma piada quando penso em tentar conseguir essa bolsa). Tirando o primeiro semestre, que tranquei, vai ser complicado. Tudo parece patético quando penso nisso.

Meio que sei que vou quebrar a cara tanto quanto sei que posso conseguir.